O discurso do primeiro-ministro do Canadá em Davos vai passar a ser dado nas aulas destes dois professores – e eles explicam porquê
Mark Carney usou o seu discurso no Fórum Económico Mundial para mostrar, “no palco dos grandes”, em que estado estão verdadeiramente as relações internacionais. O resumo é que mesmo a hipocrisia que as sustentava ruiu, e o mundo está agora em rutura com o sistema pós-1945. Dois professores, de Política Internacional e Geoestratégia, explicam ao Expresso por que motivo vão discutir nas aulas a alocução do chefe do Governo canadiano
Nem Seguro, nem Ventura: CDS não apoia qualquer candidato na segunda volta das presidenciais
“O CDS combate o Socialismo e o CDS rejeita o populismo”, afirma o partido de Nuno Melo em comunicado
“É puro ódio contra mim”: Ventura indigna-se com perguntas sobre grupo neonazi 1143 e diz que “conversa do extremismo é palhaçada habitual”
Hostil com o jornalismo e os jornalistas (a quem fez ataques reiterados) e fugindo às perguntas, o candidato presidencial desvalorizou as perguntas sobre os militantes do Chega detidos por suspeitas de crimes de ódio, equiparou o apoio de Ferro Rodrigues a Seguro aos apelos do grupo neonazi ao voto na sua candidatura e acusou o adversário de ser “tralha socrática de António Costa outra vez”
Christine Lagarde abandona jantar em Davos ofendida com secretário do Comércio dos EUA
O BCE não comentou o incidente enquanto um porta-voz do Departamento de Comércio garantiu que ninguém saiu antes de tempo, durante o discurso de Howard Lutnick, que durou três minutos, e que só uma pessoa o vaiou, o ex-presidente Al Gore
O regresso do pós-punk falado dos Dry Cleaning, a banda de Londres que pensa em voz alta
Cercados pela linguagem: os ingleses Dry Cleaning ao terceiro álbum, “Secret Love”. Sobre concisa instrumentação pós-punk, Florence Shaw relata, enumera e narra, escolhendo cuidadosamente que pensamentos são seguros para revelar
Sempre que Europa e EUA estiveram desalinhados “pagaram preço enorme”, alerta Marcelo
A Europa “deve fazer tudo para desempenhar um papel construtivo” na relação, afirmou o Presidente da República, que disse esperar que “os aliados correspondam a essa vontade europeia”
Guiné-Bissau rejeita interferência portuguesa: “Não somos quintal de Portugal”
Durante a inauguração das obras de dragagem do porto de Bissau, o primeiro-ministro de transição guineense reafirmou a independência do país desde 1973 e garantiu que não aceitará ordens de ninguém