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Últimas Notícias
Procurador dos EUA diz que atirador em Washington pretendia atingir altas figuras da administração Trump
Segundo o procurador norte-americano, o atirador, que foi detido no local na posse de armas de fogo e facas, "não está a cooperar ativamente" com a investigação.Pequim ameaça UE com retaliação por incluir empresas chinesas em sanções à Rússia
"A China exige que a UE remova imediatamente as empresas e os cidadãos chineses da lista de sanções (...) e que encontre soluções para suas respetivas preocupações por meio de diálogo e consultas", acrescentou o porta-voz do Ministério do Comércio.SoftwareOne conta com Portugal para reforçar rede
Consultora tecnológica suíça adquiriu a Crayon. Agora quer “escalar” a operação e aproveitar o conhecimento português para reforçar a sua rede internacional.Serguei Lavrov: A pretensão da UE de “clarificar as nossas ‘linhas vermelhas’ é simplesmente ridícula”
A pretensão da UE de “clarificar as nossas ‘linhas vermelhas’ é simplesmente ridícula, uma vez que estas foram definidas há muito tempo”, afirmou Serguei Lavrov à televisão pública russa.Lula da Silva condena ataque em Washington e mostra-se solidário com Trump
O Presidente brasileiro condenou ainda veementemente o ataque e referiu que a violência política é “uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”.Renovação e armazenamento garantem estabilidade nos preços da eletricidade no MIBEL, diz presidente
Numa entrevista ao programa "Conversa Capital", o líder do operador deixa alertas sobre a segurança das infraestruturas internacionais, critica potenciais impostos cegos sobre lucros e rejeita terminantemente o regresso ao carvão. O novo Presidente do MIBEL, Pedro Amaral Jorge tem como objetivo criar as condições para que haja mais previsibilidade sobre os preços, nomeadamente através dos chamados PPA (compra de energia de longo prazo) e que permite ao consumidor saber, a longo prazo, o preço que vai pagar.“A Arte da Guerra”: “A Bulgária teve sempre um diálogo com Moscovo que contraria outros países”
Mas não há nenhuma razão para se pensar que a Bulgária vai substituir a Hungria. Que não é o mesmo que dizer que Sófia vai esquecer a existência de Moscovo. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
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